16 junho 2009

Teia


















 




54 x 72 cm.

2 comentários:

Tania Celidonio disse...

Gostei de ver o buraco e suas outras peripécias na tela. invejo essa sapiência na ocupação do espaço branco, vazio, silencioso.

Betito, você tem razão, o final do A PARTIDA é previsível. Mas preserva a delicadeza com ar de fábula que senti percorrer todos os fotogramas, desde os primeiros minutos.
Você gostou do tempo moroso em Desejo e Perigo, do Ang Lee. Eu achei over, excessivo. Em A PARTIDA, muito pelo contrário. Os momentos em que o tempo para, na preparação de um corpo, enriquecem o filme como um todo.
Sei lá, mil coisas, foi assim que senti a bagaça, como diz você.

Vamos nos ver neste sábado, né?
Saudades
beijim

beto borges disse...

Tania, querida
Você escreveu o primeiro comentário do blogue. Meus parabéns!
Fico muito honrado por ser você a comentadora inaugural deste ignoto cyberbarraco.
E concordo que o tempo no "A Partida" é de uma delicadeza tocante.
O filme, aliás, é todo comovente. Pra mim, o apogeu foi o filho que pede perdão à mãe, enquanto olha pelo vidrinho o caixão da velha sendo cremado...